25/03/2009

MEDO E DELÍRIO EM SAMPA

Não consegui escrever e muito menos postar meu diário à la Hunter Thompson. Mas agora estou de volta e vou contar um pouco sobre os dias na maior cidade do país. Foi uma viagem rápida, não deu pra conhecer muita coisa, mas serviu pra matar um pouco da saudade que eu estava sentindo de Sampa e as coisas que você só encontra por lá.
Cheguei sexta de manhã e o plano era seguir direto pra São José dos Campos. Pedi pra uma amiga me encontrar na Barra Funda e ajudar a gente a chegar na rodoviária do Tietê. A viagem não dura nem uma hora e São José se tornou uma cidade bonita e enorme. Foi uma visita rápida pra ver meus padrinhos e só. Apaguei cedo, estava morto de cansado. Sábado era o dia de ir pra São Paulo.
Após um almoço foda, filé mignon à parmegiana e arroz com limão, peguei o ônibus com direção à capital. Antes das 16h estava na cidade, um amigo me pegou por lá e fomos procurar a galeria do rock que não achamos, infelizmente ou felizmente. No caminho, vi a Catedral da Sé, puta coisa linda de se ver, com suas influências estéticas góticas. Achei engraçado que o centro de SP é cheio de putas e isso no meio da tarde.
Depois voltamos para casa e eu quis sair, dar uma volta na paulista, beber um pouco. Um barzinho em frente ao MASP nos abrigou, com cervejas e batata frita. Falei pra uma amiga nos encontrar e ela desceu numa estação perto da Augusta. Chegamos lá e descemos prum barzinho para tomar a famigerada (e incrivelmente ruim) "Maria Mole". Um drinkzinho fulero que custa R$2,90, com gosto de biotônico Fontora azedo. É uma mistura de Martini com conhaque Dreher. Imperdível!
A noite São Paulo mostrou porque é São Paulo. Na Augusta tivemos de escolher entre ver Rock Rocket na Outs, Moptop na Inferno e Mombojó no Estúdio SP. Mas antes, passamos num pub (meio irlândes) e tomamos dois "Jack The Ripper", uma mistura muito louca que assustou até o barman que preparava os drinks. Vodka, tequila, triple sec, bacardi, e tinha mais coisa, com coca e limão. Pronto. Vamos curtir a noite!
Moptop foi a escolha, pelo preço principalmente. Ainda me arrependo um pouco de não ter ido ver Mombojó, mas tudo bem. A Inferno parece um puteiro, luz neon vermelha, sofá de zebra, iluminação estranha. Entramos e estava rolando uma tal de Instiga, nunca tinha ouvido. Som massa! Já o show do Moptop... Praticamente igual ao que eu vi no Porão do Rock de 2007. Achei fraco. Fomos embora cedo porque no dia seguinte ia rolar Radiohead!!! Conto como foi o show outra hora.

4 comentários:

  1. o instiga é foda....

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  2. cara morri com umas maria-moles em sampa tb
    e acho que sei que barzinho na frente do masp você foi....

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  3. Thiagooooooooo! Cara, temos que marcar de tomar umas em sampa, não acredito que vc preferiu Inferno do que Studio! sou enlouquecida pelo Studio, gente bonita, bandas legais e tudo num clima descolado, uma das melhores baladas de sp, ainda na Augusta! Cara, rola sair com a camera fotografica para fazer uns cliks noturnos naquela região! A Catedral! nossa ( suspiros). Para conhecer melhor ( tentar) a city, rola ficar umas 2 semanas só passeando, aí qro ver querer voltar. Essa concrete jungle cosmopolita é muito encantadora, enfeitiça! Já do On The road, o lance é que os caras ficaram 6 anos editando a loucura, loucura boa! Adoro! Thiti, seu blog tá massa, volto sempre!

    bjo sumido!

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  4. Mombojó é surreal ao vivo, ainda no Studio, cara, como vc não foi!

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Obrigado pelo comentário!